Tantas mudanças podem resultar em estados temporários de desequilíbrio e em significativas alterações na identidade da mulher devido às grandes expectativas quanto ao papel social esperado (Maldonado, 2000).
É então, no momento da gestação que a mulher se depara diante de um conflito; os ideais maternos aprendidos e introjetados e as incertezas e/ou resquícios das experiências vividas.
Esses conflitos, individuais, conjugais ou familiares instauram um sofrimento psíquico que pode desencadear desde desajustes emocionais até base para quadros depressivos, fóbicos e/ou compulsivos, dentre outros.
Apesar de claro todas as transformações e mudanças que a gestação introduz não apenas para a mãe, mas para o casal e também para a família, o importante é compreender que é preciso estar atento a todo e qualquer sinal de sintomas que possam demonstrar algo de errado, seja nos aspectos fisiológicos ou emocionais. O pré-natal é o momento de prevenção.

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